Faz uns tempos manifestei o meu receio de o mundo do crime estar cada vez mais invadido por maricas. Felizmente hoje li uma notícia que me assegurou que ainda há homens a praticar crimes em Portugal.
Na edição de 13 de Maio do Correio da Manhã, esse monte de trampa jornalística (mas que é o único pasquim generalista no tasco aqui da zona) surge esta fantástica notícia:
Juiz liberta gang de carjacking
Sabiam a que horas as caixas multibanco eram abastecidas e atacavam as carrinhas de transporte à mão armada na Grande Lisboa. Sete nos últimos meses, com ameaças de morte e à média de 35 mil euros ao bolso por assalto. Quinta-feira foi o último, em Massamá, mas há uma semana, em Loures, viram testemunhas do crime e dispararam – um porta-valores da Esegur ficou ferido.in Correio da Manhã
Espetáculo. Se há crime de homem é o carjacking. Não só tem nome estrangeiro, o que dá logo um ar muito mais sofisticado, como é de homem rijo arrancar indivíduos dos seus carros ainda em andamento, distribuindo bordoada como se não houvesse amanhã. Como se as gónadas ultra desenvolvidas destes senhores não estivessem satisfeitas com o mero carjacking, decidiram enveredar por outros crimes de masculinidade comprovada como o assalto à mão armada e a ocasional ameaça de morte, só porque é fixe e as garinas curtem.
Na versão impressa do Trampa da Manhã, ficava-se a saber que durante a rusga que levou ao encarceramento desta quadrilha de verdadeiros, um dos meliantes optou por se atirar da janela do 4º andar em detrimento de ser apanhado. Aterrou de joelhos e disse adeus ao mundo em grande estilo.
Que senhor.
Acho que todos nós temos muito a aprender com este rapaz, que preferiu acabar com uma rótula alojada nos queixos, a dar-se por vencido. A derrota é para os rotos, e os kamikazes eram populares no meio das gajas por alguma razão (se bem que não duravam tempo suficiente para dar uso a tal popularidade).
Tal como o título da notícia deixa adivinhar, o juíz encarregado do caso achou por bem libertar estes exemplos de banditagem, baseado no facto de que alguns deles têm empregos e por isso, passo a citar, "são membros inseridos na sociedade".
Não percebo porque o tom da notícia era reprovador, visto que para mim este juíz apenas está a lutar pela desmaricação da população. Com bandidos raçudos destes à solta pelas ruas, o povo vai ficar cada vez mais testiculado e quando a civilização acabar, o português vai estar no topo da cadeia alimentar.
Pois é meus grandes deficientes, passo a vida a ouvir gente a queixar-se do sistema judicial português, quando no fundo o sistema apenas está a fazer de nós gente mais rija.
Vejam o exemplo do caso Esmeralda, no qual toda a gente ficou indignada com a condenação do Sargento por não querer devolver a garota.
Pois eu achei muito bem. Que raio de merda mais rota é essa de querer ser pai de uma garota que nem é dele? Os putos só servem para uma coisa, passar os genes, e qualquer relação de afectividade com crianças é basicamente gay. Ainda por cima um sargento! Uma das patentes com maior tradição de testosterona da história da Humanidade, e vem aquele cóina e mancha o registo com uma ideia estúpida de querer ser um gajo com sentimentos.
Por mim era pena máxima para esse tolã.

Se estás a ler isto e achas que o sistema judicial português é injusto, não duravas cinco minutos na selva.






