
A mim ninguém me diz o que fazer. Vou escrever quando achar que devo escrever, o que é o mesmo que dizer que a vossa participação no processo de decisão é nula. Quem não gostar, siga as instruções da imagem.
Matem-se
3 de dezembro de 2008
Mensagem importante para todos aqueles que me têm pedido para escrever qualquer coisa
29 de outubro de 2008
Pobres
Pobres é merda.
Sempre que me encontro rodeado por gente com pouca liquidez financeira, vulgo pobres, sinto um mau estar que não consigo afastar. Não há volta a dar, pobres são a pior coisa que anda para aí, com excepção talvez daqueles montes de trampa que são os pseudo-comentadores deste blog.
Os pobres cheiram mal.
Quando me encontro na mesma divisão que gente pobre, apercebo-me que a higiene pessoal destas entidades deixa muito a desejar. Se não têm dinheiro para comprar desodorizante, matem-se e parem de espalhar o vosso cheiro a pobre pelo mundo.
Os pobres não falam bem.
Pobre que é pobre, não tem dinheiro para usufruir do sistema educativo. Burros. Estou farto de corrigir pobres que acham que se diz "há-des" e "prontos".
Os pobres praticam o coito desprotegido.
O pobre comum, não tem dinheiro para pagar putedo, muito menos preservativos. Isto quer dizer que a taxa de reprodução do pobre é muito superior à do resto da população. Com o passar dos anos, em vez de haver menos pobres, há mais. Merda ao quadrado.
Os pobres não pagam copos.
Alguém aqui tem amigos pobres que pagam rodadas? Bem me parecia. Egoístas de merda, esses pobres.
Os pobres são a causa da crise internacional.
Toda a gente sabe que a culpa dos bancos terem todos dado o badagaio foi a existência de demasiados pobres. Se não houvesse tantos pobres, havia mais dinheiro, logo os bancos tinham melhores clientes. Pobres, matem-se.
Ninguém quer ser pobre.
Para quem acha que é moralmente superior a mim só porque eu digo que os pobres são merda, estão tenho uma pergunta: Gostarias de ser pobre?
100% das pessoas dirão "não", logo toda a gente concorda comigo quando digo que pobres é merda.
Se estás a ler isto e és pobre, tens 30 segundos para te pores a andar dessa casa antes que o alarme dispare. Pobres não têm dinheiro para ter computadores.
11 de setembro de 2008
Democracia é gay, Fascismo é fixe
Estava a ver uma peça qualquer da RTP Memória - sim, eu sei que esse canal é um dos maiores desperdícios de largura de banda da história da Humanidade, mas a alternativa eram As Tardes da Júlia - quando deparei com uma entrevista feita em 1968 a três aldeões de Carcovedos de Trampões. A princípio julguei que estava a assistir ao rescaldo de um combate de boxe, pois nenhum dos entrevistados possuía mais de 30% da sua dentição, mas logo percebi que era mesmo um programa acerca da vida no campo.
O entrevistador - um senhor dono de uma voz típica dos locutores do Estado Novo, anasalada e reveladora de um cabo de vassoura enfiado no rabo - perguntava a estes três senhores como tinha corrido a vida nesse ano. A isto respondiam os aldeões com um discurso carregado de sotaque e erros gramaticais acerca de colheitas e vacas e o camandro.
Algo estava errado. A cena poderia-se ter passado em 2008, mas havia uma grande diferença: não ouvi uma única queixa. Ali estavam três das criaturas mais pobres à face da terra, cujo conceito de luxo é poder trocar de cuecas todas as semanas, e que de certeza que teriam milhares de razões para se queixarem da vida, mas segundo eles "a vida no campo é difícil, mas a gente aguenta."
Que senhores rijos! Burros que nem penedos e com vistas mais curtas que o pénis de um lutador de sumo, mas verdadeiros exemplos de masculinidade, porque um homem não se queixa nem que lhe estejam a calcar os tomates.
Mudei para a SIC Notícias e alguém estava a ser entrevistado acerca de uma seca qualquer que lhe tinha dado cabo da plantação de nabos. Este senhor, dono de uma dentição completa e perfeitamente alinhada, queixava-se do governo que não tinha feito nada para impedir a seca, e em quem as culpas recaíam totalmente. Presumo que este senhor desejava que os idiotas no poder mandassem um faxe àquela associação internacional que controla o tempo, a pedir chuvinha moderada. Basicamente, um maricas.
Fiquei a remoer aquela experiência e lembrei-me que na primeira entrevista Portugal era uma ditadura, e havia indivíduos no poder com penteados ridículos mas com polícias secretas com técnicas de tortura comprovadas. Já na segunda, feita nos dias de hoje, Portugal é uma democracia, na qual qualquer idiota pode votar, mesmo que seja um grande deficiente da cabeça.
Até vocês, seus eleitores, podem deduzir qual a conclusão inevitável: Ditadura faz de nós homens, democracia torna-nos em maricas.
É um ponto bastante fácil de defender, e esta tabela cheia de factos totalmente imparciais é prova irrefutável:
Mesmo esse grande ícone comunista que foi Álvaro Cunhal, provavelmente vos diria que foi a luta contra a ditadura que fez dele o homem que era. Tenho que admitir que o tipo para comunista era rijo pra camandro, tirando as alturas em que ficava amaricado e escrevia poemas.
Os Jogos Olímpicos de Pequim são um óptimo exemplo de que a ditadura é altamente. Os chineses ganharam mais medalhas de ouro que qualquer outro país, porque 60 anos de repressão ditatorial transformaram-nos em verdadeiras máquinas atléticas. O facto de que os putos são tirados à família aos 6 anos para treinarem, só faz deles homens mais cedo e é algo a copiar.
Dê por onde der, o que o povo precisa é de gente a mandar com pulso de ferro. Está nos genes das massas ser mandado, senão andam infelizes e queixam-se de tudo. Proponho a minha exaltação espontânea como Imperatore de Portucale, e prometo que apenas executarei quem não for giro ou usar penteados estranhos.
Se estás a ler isto e és capitão de Abril, mata-te. Espero que te nasça uma chaimite no cólon.
10 de setembro de 2008
Tokyo Hotel
A vida é um bocado irónica.
Por vezes passamos longos períodos de tempo a lutar para que algo aconteça, algo que obviamente nos interessa bastante, mas que se recusa teimosamente a acontecer por mais que tentemos. Quando finalmente parece que todos os nossos esforços vão dar em algo, a vida espeta-nos um banano nos queixos, e vêmo-nos forçados a apanhar os destroços do nosso ego.
Não, não estou a falar de mim. Estou a falar de um grupo de masturbadores que no momento em que leram o título deste texto automaticamente rechearam as suas cuecas do Noddy com sémen e abriram as garrafas de Champomy. Esse grupo de falhados são os Anti-Tokyo Hotel.
Este é o momento em que a vida (neste caso, eu) lhes espeta um crenco nas trombas.
Estes indivíduos julgam que são defensores de uma causa nobre, que é o dizer mal de tudo o que tenha a ver com essa banda de merda que são os Tokyo Hotel. É verdade, os Tokyo Hotel são uma banda de merda, o vocalista vive perigosamente na fronteira entre os géneros, os fãs são irritantes pra cachucho e eu não pertenço à banda, logo é merda. Mas isto além de ser uma clássica constatação do óbvio é descrever metade das bandas pop que para aí andam.
Não obstante, os senhores pertencentes ao clube-dos-falhados-que-têm-inveja-de-uma-banda-de-merda acham que é sua missão divina criar sites puramente dedicados ao constante ódio e insulto dos Trampa Hotel (sim, eu vejo a ironia de uma afirmação destas vinda da MINHA parte, mas o meu blog ao menos é dedicado a odiar TUDO e nunca me alongo muito sobre o mesmo tema), nos quais podemos ver as horas que estes bisontes perderam a editar vídeos nos quais os membros da tal banda são decepados por 30 tipos diferentes de machados digitais, ou nos quais as letras originais, já de si merdosas, são alteradas para algo que menciona sodomia de 10 em 10 segundos.
Só eu que acho perturbador que haja gente que perca horas a fazer estas coisas?
O mais irónico desta situação, é que os sites de fãs de Tokyo Hotel são terrivelmente parecidos. Também somos confrontados com todo o tipo de informação acerca da banda, desde a cor dos olhos até à cor das cuecas, e também podemos encontrar vídeos com montagens de photoshop chungas. A única coisa que muda é o tom.
Eventualmente estes dois tipos de deficientes enfrentam-se nesse grande ringue de boxe que é a internet, e o que acontece é que garotos com falta de sexo acabam a trocar galhardetes com pitas cujo conceito de fixe é um gajo com um pavão na cabeça. Devo dizer que ler as discussões destes falhados foi o mais perto que estive de entrar em depressão até hoje.
E porque carga de água é que eu, sendo uma pessoa tão importante e ocupada, me dei ao trabalho de visitar esses antros de deficiência e chafurdar em toda essa estupidez? Em circunstâncias normais, a minha atitude seria pura e simplesmente verificar a existência de tais criaturas, soltar uma interjeição de escárnio, e adicionar mais duas linhas à minha lista de "A genocidar". No entanto esses ranhosos anti-Tokyo Hotel decidiram invadir o meu sagrado site e ousaram sugerir que eu escrevesse acerca do seu objecto de ódio. Quando os ignorei daquela forma que só eu sei fazer, acharam boa ideia mandar as suas sugestões para a minha caixa de correio.
Sugestões! Como se houvesse alguma opinião no mundo, sem ser a minha, que tenha algum valor. Enfiem as vossas sugestões onde o sol não brilha, e parem de linkar os vossos blogs medíocres ao meu.
Se estás a ler isto e vens de um dos blogs anti-Tokyo Hotel, que ultimamente tem mandado para aqui deficientes, mata-te, apaga o link que tens no teu site e mata-te outra vez.
Se estás a ler isto e gostas de Tokyo Hotel, mata-te porque *Inserir aqui opinião mais que óbvia acerca dessa banda e por isso mesmo totalmente redundante e aborrecida*
1 de setembro de 2008
Teoria da conspiração by Mete Nojo
Teorias da conspiração. Não há deficiente com acesso à internet que não tenha sido confrontado com uma, desde a clássica "os extraterrestres aterraram em Roswell em 1947" até à recente "o 11 de Setembro foi orquestrado pela Casa Branca". Todas estas teorias não passam de trampa alucinada, engendrada por virgens de 35 anos, cujo conceito de hobby inclui vestir-se de Mr. Spock e coleccionar pacotes de açúcar arquivados por ordem alfabética.
Eu também tenho hobbies, e eles são estragar estatísticas e quebrar a norma. Decidi então tornar-me o primeiro teórico da conspiração com hipóteses de reprodução.
Esta decisão apresenta uma consequência: eu tenho sempre razão, logo ao teorizar algo, a potência da minha razão é tal, que o Universo ao meu redor tem de se adaptar de forma a que o que eu afirmo seja verdade. Pois é jovens, rezem para que eu nunca teorize que todos os deficientes que comentam este blog têm narsos a nascer na testa.
Sendo assim, passo a apresentar a minha teoria da conspiração, que logo após eu terminar de escrever, vai causar flutuações quânticas no universo, tornando-a numa verdade absoluta:
Bin Laden chama-se Carla e é portuguesa.
É isso mesmo meus deficientes, o terror do grande Satã, o maior terrorista da história do Homo Sapiens, é na realidade uma gaja, e portuguesa.
Quando revelei esta informação em público, ao invés de uma ovação geral de admiração, fui confrontado com uma chuva de críticas e contra-argumentos, tal como Einstein e Darwin, quando estes apresentaram as suas teorias revolucionárias para as suas épocas. É sempre assim, os génios são sempre confrontados com a ignorância e inveja do resto da Humanidade.
Começo então por descascar a minha teoria e comprová-la irredutivelmente:
Ponto 1 - A Barba do Bin Laden:
Para a grande maioria das pessoas a presença de uma grande barba em Bin Laden é factor decisivo na atribuição do género masculino ao indivíduo. Duvido que as pessoas que pensam dessa forma alguma vez tenham visitado a aldeia de Róismerda da Palhaça, Beira Litoral. Nessa povoação à primeira vista parecia que apenas viviam homens, mas após testes de DNA, concluiu-se que a distribuição dos géneros é na ordem dos 50%-50%. Encontrei um panfleto turístico desta aldeia que explica o porquê deste equívoco:
Em países anglófonos circulam cartazes turísticos como este,criados pela Junta de Freguesia de Róismerda.
Ponto 2 - Trejeitos do Bin:
Agora que provei que Bin Laden pode ter barba e ser uma gaja, passo a mostrar uma foto que circulou muito pela internet e que é um óbvio indicador do género de Carla Bin Laden:
Se o jeitinho como Bin Laden agarra não mãozinha não é por si só um grito de afirmação feminina, então as sobrancelhas obviamente depiladas e a farpela imaculadamente branca, apesar de viver em cavernas no meio do nada, são os elementos que faltavam para provar que Bin tem dois cromossomas X.
Os membro do departamento de relações públicas de Bin Laden, sempre atentos aos sinais indicadores do verdadeiro género de Bin, colocaram astutamente uma AK-47 na tentativa de lhe ar um ar ameaçador e másculo. Fontes seguras garantem-me que após a sessão fotográfica, Bin Laden deitou fora a espingarda porque "não dizia bem com as cortinas da caverna".
Ponto 3 - Bin tem cabeleireiro na caverna:
Reparem na foto abaixo
Gaja. Só pode.
Ponto 4 - O nome e a nacionalidade:
Perguntam vocês como é que eu sei que Bin Laden se chama Carla e é portuguesa? Simples, li na internet. Num fórum qualquer. Não sei que melhor prova é que precisam.
Se estás a ler isto e não percebes como é possível esta verdade tão óbvia te ter escapado, não te preocupes. Não espero que tenhas qualquer raciocínio lógico, da mesma forma que não espero que um peru escreva os Lusíadas.
Matem-se conspiratoriamente.
28 de agosto de 2008
O paradoxo do coiso
Com a chegada do calor, vejo-me obrigado a deslocar-me a sítios mais frescos, de forma a não queimar os fusíveis. Odiar produz muita energia térmica, e a máquina tem de ser refrigerada de quando em vez, indo a uma praia e enfiando o cabedal na água.
Isto traz o inconveniente de colocar a minha excelentíssima pessoa no mesmo hectare que outros cinco milhares de seres humanos, coisa que é tão agradável como uma colonoscopia realizada por um macaco cego com um piaçaba na mão.
Sou portanto obrigado a fazer alguma espécie de actividade recreativa, de forma a tentar abstrair-me do povo todo que me cerca. Algumas das minhas actividades lúdicas favoritas são espezinhar dunas, soterrar putos que estejam a abrir covas na areia e abater focas bebés à bordoada, entre outras coisas divertidas.
Uma vez estava eu na praia, ocupado a ignorar um daqueles putos irritantemente burros que parece que se perdem dos pais de 5 em 5 minutos e depois choram baba e ranho enquanto vêm pedir ajuda a estranhos, quando reparei num facto curioso: o fio dental já não é moda só no Brasil, e grandes manadas de gajedo por estes lados do Atlântico já aderiram à cueca enfiada na gaveta. "Espectáculo!" pensou o meu narso, "Cerveja!" pensou o meu fígado, "Porcas!" disse a cinquentona invejosa que se encontrava por perto e cuja pele desistiu de lutar contra a gravidade há pelo menos duas décadas. Não pude deixar de concordar com os três, já que realmente são umas porcas, o que é um espectáculo, e cerveja é sempre fixe, qualquer que seja o assunto que se esteja a discutir.
Como não podia deixar de ser, este estado de espírito quase positivo em que me encontrava, não durou muito tempo - ao contrário da ponteira com que estava - e rapidamente reparei noutro comportamento que o clube fio dental exibia. Através da linguagem corporal das gajas-cueca-na-gaveta deu para perceber que algo as incomodava.
Esse algo era eu.
Durante uns segundos pensei que isso era perfeitamente natural, visto que a minha presença é o suficiente para fazer azedar o leite e aumentar o número de abortos espontâneos, mas depois percebi que não era a minha aura de terror que as estava a incomodar, mas sim a direcção na qual os meus olhos apontavam: para as regueifas delas.
Rapidamente o incómodo ultrapassou a vergonha e as jovens com wedgies voluntários começaram a lançar impropérios verbais na minha direcção. De entre os comentários que me foram dirigidos, destaco o "Para onde é que estás a olhar?" e "Não tens nada melhor que fazer, oh tarado?". Ora bem, o primeiro comentário fez-me concluir que o gene responsável por traseiros jeitosos é incompatível com o gene responsável pela inteligência. Se uma gaja de fio dental tem de perguntar para onde é que eu estou a olhar, então vai enfrentar grandes dificuldades quando finalmente se decidir a aprender a ler.
O segundo comentário levantou uma questão pertinente, que foi porque é que eu só estava ali parado a olhar, em vez de chegar lá e espetar um sopapo no padiolo da gaja? Nem sequer me arriscava a que as pessoas me chamassem de tarado, porque já o tinham feito, e se ia ter a fama, porque não ter também o proveito?
Após marcar cada uma daquelas toiras com a marca da ganadaria Mete Nojo (exemplificada na imagem abaixo), gerou-se um certo sururu, nomeadamente da parte dos namorados das minhas novas conquistas, que não sei porquê, não acharam piada à situação.
Após ter desancado meio concessionário, afundado três barcos pesqueiros e arrasado o farol de sinalização, sentei-me a pensar nas implicações filosóficas desta questão do exibicionismo nas praias. Este exercício mental teve como fruto a teoria que baptizei de "paradoxo do coiso":
Paradoxo do Coiso, by Mete Nojo:
Membros do sexo feminino gastam enormes recursos económicos bem como de tempo na busca da perfeição física. A principal motivação desta demanda é a exibição destes atributos aos membros do sexo oposto, e a aceitação por parte destes. No entanto, é aqui que surge o paradoxo do coiso, pois é suposto que os membros do sexo oposto finjam que não estão a reparar no cabedal do gajedo, sob pena de serem acusados de tarados.
Ultrapassa-me que uma pessoa que ande com um decote até ao umbigo fique muito escandalizada com o facto da população masculina se recusar a olhar-lhe para os olhos. É o mesmo que eu andar com o narso de fora e estar à espera que tudo o que seja gaja não fuja quando eu me aproximo. Bem, sempre existem aquelas porcas que em vez de fugir, correm na minha direcção, mas divago.
Se estás a ler isto e não percebeste o paradoxo do coiso, então vai para a rua em pelota e tenta conversar com alguém que não seja um agente da autoridade.
E mata-te já agora, que eu já não estou de férias.
PS - Acabo de descobrir que já existe uma universidade dedicada a estudar o paradoxo do coiso exclusivamente: Universidade do Coiso
15 de julho de 2008
10 coisas que eu odeio no Verão
Gráfico totalmente irrelevante, cuja razão de ser tem a ver com o facto de
que já não insultava as mulheres faz uns tempos e porque me apeteceu abrir o Excel.
Não posso deixar de concordar, mas parece que toda a gente se esquece de que esta época do ano também é fertil em questão de trampa. Nomeadamente existem 10 coisas no Verão que fazem apitar o alarme de ódio:
1.- Música - Durante o resto do ano ligar o rádio assemelha-se a meter os dedos num triturador de carne, mas durante o Verão quando ligo o rádio sinto que estou a enfiar o escroto numa piscina de piranhas em avançado estado de subnutrição. Tudo o que é monte de merda com acesso a um estúdio de gravação, decide por estes meses gravar músicas de cariz patético, acerca do sol, do mar e de tudo o que as massas acéfalas associem às férias. Nesta ausência de temas em condições toda a integridade artística é prontamente sacrificada, em detrimento de vender CDs como se fossem tubos de vaselina num bar gay com bebidas grátis.
Estas letras despreocupadas e mais vazias que os cofres do Boavista, não seriam tão odiosas se não fossem acompanhadas por composições musicais dignas do tracto digestivo de uma ratazana. Se tiver mais de 3 notas no refrão, não soar a reggae chunga ou tiver um deficiente de sotaque brasileiro a cantar, então não estamos a ouvir uma música de Estio.
2.- Cinema - "Blockbuster de Verão". Uma expressão já não causava tanto terror como esta, desde que Carlos Cruz aprendeu a dizer "Queres um chupa?". Eu não sou defensor de filmes intelectualóides - que de tão "artísticos" roçam o desastre - mas também não consigo ver filmes capazes de fazer um paraplégico levantar-se e fugir. Alguns destes filmes são tão maus que eu às vezes interrogo-me se o público teste que utilizam para verificar a recepção que o filme vai ter, não consiste em três macacos de rhesus cegos e com metade do cérebro removido cirurgicamente.
O tema destas trampas de Agosto é invariavelmente algum desastre natural (já percorreram quase todos, desde vulcões a tornados, passando por explosões solares e subidas de impostos) ou as aventuras de algum super-herói com escolhas de guarda-roupa que lançam fortes suspeitas acerca da sua sexualidade. Qualquer que seja o tema, uma coisa é certa: é tudo uma bela trampa.
Se bem que é um grande alívio saber que muitos franchises de super-heróis ou já deram ou estão prestes a dar o que tinham a dar, temo que ainda existam 459 heróis da Marvel por adaptar para o grande ecrã, o que quer dizer que nos esperam pelo menos 459 verões com filmes de merda (sem contar com as sequelas). Malfadado o dia em que algum produtor de Hollywood decida fazer um filme com o homem-formiga, esse herói da Marvel que discutivelmente leva para casa o título de personagem fictícia mais patética da história.
Ah ok, parece que já algum deficiente se lembrou disso.
Estes dois pontos anteriores demonstram uma coisa que não consigo perceber: no Verão as pessoas fazem questão de preferir coisas fúteis e que exijam tanto esforço intelectual quanto o exame nacional de matemática de 2008. Então durante a pôrra do Inverno, que é quando um gajo está mais stressado e ocupado, é que as pessoas preferem entretenimento mais pesado? E no verão, quando temos tempo e capacidade de encaixe maior é que somos bombardeados com tretas dignas de uma formação de como limpar o rabo a crianças? Ridículo.
3.- Emigrantes - Gente chata, barulhenta, maus condutores, porcos e com falta de civismo. Esperem aí.... acabo de me aperceber que descrevi 90% dos portugueses que cá vivem o ano todo. Portanto há que adicionar:
4.- Gente que não emigrou - Estes deficientes não só são tudo o que acabei de chamar aos emigrantes, como ainda por cima passam cá o ano todo a fazer exactamente o mesmo que os seus colegas emigrados apenas fazem em Agosto. Isto não os impede de passar julgamentos de superioridade quando confrontados com os seus primos de France. Matem-se ou emigrem, e lembrem-se que só eu é que posso julgar os outros, porque sou melhor que toda a gente.
5.- Turistas pé-rapado - Pois é, isto do turismo é muito bonito, mas a verdade é que nós sendo um país europeu ao alcance de todos os outros membros comunitários através de voos low-cost, tornámo-nos no destino turístico de eleição das massas pobres de países mais ricos que o nosso. Ainda nos poderíamos safar se o custo de vida fosse alto o suficiente para que estes deficientes sem cheta fossem para Espanha ou Itália, mas a verdade é que ainda é possível jantar, apanhar uma chiba e contratar os serviços de uma prostituta sem muitas doenças por meia dúzia de euros neste país.
Basta ir a Albufeira durante o mês de Agosto para perceber que estamos cercados pelos turistas mais pobres de todo o Reino Unido e Alemanha. São porcos, alcoólicos, gordos, não falam nenhuma língua além da materna, dão gorjetas de merda e conduzem Fords Fiesta. Se há merda que eu odeio é pobres que vão para países mais pobres para se sentirem ricos. Tipo nós, quando vamos ao Brasil ou a Marrocos. Odeio-nos e aos nossos hábitos turísticos.
Se estás a ler isto e estranhas o facto de eu dizer que odeio 10 coisas no Verão e só escrever sobre 5, então mata-te. Se me apetecer escrever o resto, assim o farei, se não fica aqui uma solução mais simples:
6.- Odeio-te a ti;
7.- Odeio a tua mãe;
8.- O teu pai, porque eu não sou sexista quando se trata de odiar;
9.- Odeio-te a ti outra vez;
10.- Coiso.
1 de julho de 2008
Super Bock, Super Monte de Trampa
Decidi concorrer ao Super Bock Blog Awards ao cheiro a 3000 euros de prémio. Durante umas semanas tive um sonho recorrente no qual me banhava numa piscina com 3000 euros de cerveja, rodeado por uma vara de biatches esparramadas ao sol e em topless. Enfim, um daqueles cenários que eu nem odeio muito.
Pois é, mas acabo de chegar à conclusão que não li os regulamentos muito bem, e ao invés de dinheiro, ou cervejas, se eventualmente ganhar este patético concurso, apenas tenho direito a cheques compra na Worten...
Ao descobrir isto, a minha primeira reacção foi negar a realidade. Por momentos cheguei a pensar que talvez a Worten vendesse grades de minis na secção dos aspiradores, mas assim que reassumi controlo do meu cérebro, a dura realidade abateu-se sobre mim, e apercebi-me que quem ganhar o concurso leva isto pra casa:
Como gajo do Norte que sou, desde há anos que defendo a rijeza da Super Bock em relação à Sagres. Não porque exista alguma razão especial para tal, mas apenas porque é fixe intimidar a malta de Lisboa que ainda acha que nós aqui somos meio selvagens. Nada é mais intimidante do que me ver a gritar "SAGRES É PRA MENINOS!" enquanto espumo da boca e viro três garrafas de Super Bock pela goela abaixo. Mas este último desenvolvimento não me deixa outra alternativa senão dizer que a Super Bock é rota, e rebaptizo-a para Super Monte de Trampa.
Não podia deixar passar impune esta situação, e portanto tanto a Super Bock, como a Worten, tinham de pagar. Quanto à primeira foi fácil, passei a beber cerveja Coral, que sabe a mijo, mas é de homem e isso deve fazer com que os lucros da Super Bock do segundo semestre de 2008 se reduzam para um terço. Quanto à Worten a situação apresentava-se um pouco mais difícil, porque não sou cliente desse ninho de bicheza, mas cedo me apercebi que tenho um blog frequentado por várias centenas de deficientes, cuja actividade mais emocionante do dia é ler a trampa que eu escrevo.
Ora bem, se vocês votarem no blog aqui do Mete Nojo, e eventualmente o prémio vier parar aqui ao je, podem esperar que eu pegue numa máquina de filmar, me dirija à Worten e exija 3000 euros em DVDs virgens. Vou esgotar o stock nacional da Worten em DVDs, causando inúmeras dores de cabeça a esses montes de trampa, e ao mesmo tempo vou ter um fornecimento vitalício de DVDs para colocar todo o porno que me apetecer. O vídeo desse acontecimento será colocado aqui no blog, a não ser que me recusem vender tal quantidade de DVDs, o que me obrigará a pegar fogo à loja, ou a comprar 20 aspiradores.
A única razão pela qual não tenho a certeza se vou ou não ganhar este concurso, é a vossa estupidez. Conhecendo a inteligência média do leitor d'As Coisas Que Eu Odeio, cheira-me que apenas meia dúzia terá a capacidade intelectual para encontrar o símbolo da Super Bock que pus aqui no blog, clicar neste, increver-se no site e votar, o que desde já me permite utilizar a rede de segurança argumentativa que é: SE EU PERDER A CULPA É VOSSA, LOGO EU CONTINUO A SER O MAIOR. Às vezes sou tão esperto que até dói.
Se estás a ler isto e achas que eu estou a fazer bluff e só escrevo isto para que vocês votem em mim, mata-te. Mesmo que tenhas razão, ao menos já não ficas com os louros de ter descoberto por ti próprio.
UPDATE 28/08/08: Ao recusar-me a beber Super Bock, causei uma inevitável descida nas vendas desta empresa: Sagres ultrapassa Super Bock
Eu rulo.
20 de junho de 2008
Ginásios
Há momentos na vida de uma pessoa, que nos fazem duvidar das nossas próprias capacidades.
Até mesmo um tipo praticamente perfeito como eu passa por essas situações, e foi exactamente num desses momentos traumatizantes que me vi no outro dia: Fui assaltado por 15 mânfios armados de navalhas... e deixei escapar dois deles com vida. O mais humilhante da situação foi o facto de que um deles fugiu ainda na posse de todos os membros.
"Bolas" pensei eu, "Estou a ficar mole. Tenho de me pôr em forma se não quero ser ultrapassado em baixas pela malária".
Ainda pensei readquirir a minha antiga forma espancando criancinhas orfãs, mas cheguei à conclusão que a canalhada abandonada anda cada vez mais magrinha, pelo que é impossível obter algum tipo de exercício em condições desse desporto.
Decidi então inscrever-me num ginásio.
Rapidamente me familiarizei com todas as variedades diferentes de montes de trampa com pernas que partilhavam o estabelecimento comigo. De tal forma fiquei fascinado/horrorizado com a diversidade da fauna que por lá pulula, que achei por bem compilar um guia de sobrevivência para todos aqueles que decidirem arriscar uma inscrição numa academia.
Não faço isto porque sinta necessidade de ajudar alguém, mas sim porque precisava de qualquer coisa para pôr aqui no blog, não vão vocês começar a festejar o fim d'As Coisas Que Eu Odeio.
Capítulo 1 - Grandes ungulados:
O primeiro ungulado de ginásio do qual vou falar é o troglodita.
Estes indivíduos à conta de malharem tanto ferro, desenvolveram músculos previamente desconhecidos pela comunidade científica. Isto traz efeitos secundários indesejáveis, na medida em que eventualmente ficam com a sarda de um garoto de 10 anos e metade da cavidade craniana é ocupada pelos músculos do pescoço. Isto não impede os trogloditas de serem felizes, e é por essa razão que todo o santo dia eles lá estão, no ginásio, a levantar grandes quantidades de metal, enquanto se admiram ao espelho.
Não ocorre ao trogolodita que o objectivo inicial de agradar às gajas é capaz de estar comprometido à conta de já não conseguir pôr o júnior de pé por causa dos esteróides.
NOTA: Em caso de confrontação física com esta criatura, derivada de disputas por lugares de estacionamento ou utilização de equipamentos de musculação, apenas há que lembrar um pormenor: FICAR QUIETO. O troglodita tem uma relação cérebro-massa corporal demasiado pequena para detectar alvos que não estejam em movimento.
Outro grande ungulado de ginásio é a gaja-com-alto-caparro. Esta criatura apenas tem culpa de uma coisa: malhar mais quilos que nós homens. Devia haver uma lei que impedisse gajas com alto cabedal de ir aos ginásios e dar cabo da autoconfiança de um macho. Incontáveis inscrições masculinas em ginásios foram para as urtigas, quando confrontações despoletadas pelo orgulho masculino de algum incauto macho, acabaram com o interveniente do sexo masculino no chão a gemer com uma distenção no lombo e a gaja-com-alto-caparro descontraidamente a aumentar a carga em 5 quilos.
NOTA: Quando se virem na situação em que uma destas criaturas vos pergunta se pode "alternar" com vocês na máquina em que se encontram, simulem sempre um acidente cerebral vascular. Antes estrebuchar no chão, que passar pela vergonha de a ver pôr mais 20 quilos que vocês.
Lição número 2 - Bichos venenosos:
A Sílvia Porca tem essa alcunha porque é uma porca-de-ginásio. É facilmente identificável pelo seu guarda-roupa, ou na opinião de muita gente, a ausência deste. Para os menos dotados em termos visuais, é sempre possível detectar esta subespécie da gaja-de-ginásio pelos grunhidos de esforço, curiosamente similares aos gemidos que uma pessoa esperaria de uma mulher a ter um orgasmo, que faz ao levantar 5 quilos. É uma espécie muito frágil, que se deixar de ser o centro das atenções durante mais de 10 minutos, entra em depressão, definha e morre. Ou isso ou traz um top ainda mais revelador no dia seguinte, e estabelece novos recordes de badalhoquice.
NOTA: Quando confrontado com esta criatura na sauna mista, muito cuidado. Apesar do aspecto atractivo do cabedal deste mamífero, convém lembrar que a porca-de-ginásio é das criaturas mais venenosas do planeta. Estima-se que por ano, cerca de 3500 homens são envenenados com uma das 20 doenças venéreas que esta criatura transporta consigo.
O bicho venenoso que se segue é o gajo-que-sua-o-equivalente-à-capacidade-hídrica-da-barragem-de-Castelo-de-Bode, vulgarmente conhecido como Trampa-molhada.
Este tipo não tem culpa de ser assim, mas tem culpa de ainda não se ter suicidado. A utilização de qualquer aparelho imediatamente a seguir à passagem desta besta, apresenta as mesmas dificuldades que a travessia a nado do canal da Mancha e os mesmo efeitos secundários de esfregar plutónio nos tomates. Toda e qualquer doença cutânea que consigam imaginar é transmitida pelo trampa-molhada.
NOTA: O trampa-molhada é o maior inimigo do troglodita. Não há nada mais perigoso para o troglodita do que ter 300 quilos de ferro forjado acima da cabeça, e uma poça de suor debaixo dos pés.
Lição número 3 - Bichos candidatos à extinção:
Nesta lição ficamos a conhecer aquelas criaturas cuja estupidez os põe na primeira linha quando se trata de extinções em massa.
Um dos maiores candidatos é o idiota que desconhece as suas limitações. Este indivíduo é invariavelmente do sexo masculino, e caracteriza-se por uma discrepância entre a autoconfiança e o cabedal. É normalmente um principiante das andanças de ginásio, mas como sempre foi o tipo mais rijo lá do bairro, acha-se a pôrra do Schwartznegger. A primeira vez que chega à sala de tortura, acha boa ideia mostrar ao resto da malta que ele não está para brincadeiras, e tal como um touro a marcar território, decide levantar mais 50 quilos do que o clinicamente aconselhável.
É lógico que esta espécie tem uma existência curta e pouco brilhante, e ou aprende com os erros e evolve para o estágio seguinte (troglodita), ou transforma-se num deficiente de cadeira de rodas.
Logo atrás na fila temos o instrutor em ácidos. Este tipo extremamente irritante, acha que é bom para o bem-estar dos utentes do ginásio estar constantemente em cima da malta que está a sofrer. Como se o stress de ter 50 quilos equilibrados acima da nossa cabeça e prestes a esmagar-nos o crânio não fosse o suficiente, ainda temos de gramar com um pilinha com Red Bull em vez de hemoglubina a gritar "MAIS UM! MAIS UM! NÃO DESISTAS! ÉS MANSO!"
Esta criatura arrisca a extinção, pois por vezes dá por si a chamar "MARICAS!" a um troglodita de 120 quilos.
NOTA: iPods não funcionam quando se trata de ignorar estes indivíduos. A não ser que tenham o último álbum de Cannibal Corpse, os guinchos do instrutor em ácidos atravessam qualquer barreira sonora que lhe seja apresentada.
Se estás a ler isto e estás a pensar duas vezes quanto a inscreveres-te num ginásio, esquece tudo o que disse. Não há qualquer perigo nesses sítios. Nenhum.
Mata-te.
9 de junho de 2008
Gente que acha que eu tenho piada
Acordei ontem com uma ressaca (mais outra. Sou alto verdadeiro.) daquelas que merecem um poema épico. Por entre as ondas de dor e arrependimento por ter malhado tequilla que nem um possesso, consegui ligar o computador para ver a correspondência. Recebi um email de uns indivíduos pertencentes a um grupo chamado Produções Fictícias, a convidar-me para participar num concurso de rádio.
Porra, como eu odeio rádio.
Se há meiozinho de comunicação depressivo é a rádio. É daqueles formatos que só ainda não foi erradicado da face da Terra porque infelizmente quando se está preso no trânsito às 8:30 da manhã não se pode ver televisão. Aliás, como se não bastasse ser uma coisa aborrecida de morte, ainda fica permanentemente associada ao momento do dia em que toda a gente tem uma camada de 3 cms de remela a obstruir a visão e a disposição de alguém que acabou de descobrir que é do Boavista.
Depois há outra coisa que me incomoda: Aquilo tudo soa a falso.
As gentes da rádio têm aquela vozinha FM capaz de engravidar uma gaja só pelo som, e que deixa uma pessoa com a ideia errada. Um gajo ouve uma daquelas indivíduas dos programas da madrugada, fica com o mastro hasteado à conta do potencial sensual daquela voz, vai ao google procurar fotos, e adeus ponteira.
Pois é, não há maneira de adoçar a pílula: toda a gente que trabalha na rádio é feia. E quando digo feia, não estou a falar daquele tipo de feio à homem rijo, como é o caso do Petit, mas sim do tipo de ausência de beleza capaz de despoletar um motim de cada vez que se sai a público. Não é coincidência que esta malta esteja relegada a um meio de comunicação sem imagem, e que os poucos que passam para a televisão tenham ar de quem saiu directamente de uma convenção Star Trek (sim, estou a falar de ti Nuno Luz).
Apesar disto tudo, deixei a minha curiosidade mórbida levar a sua avante e fui ver de que se tratava este convite.
Aparentemente estes Produções qualquer coisa escrevem piadas, e querem que eu participe numa coisa chamada "Cómicos de Garagem" apresentada por um tipo que ninguém conhece e que tem nome de jogo de cartas.
Foi mais ou menos por esta altura que me rebentou uma veia na cabeça. Então eu tenho piada? Eu, Mete Nojo, tenho piada? Devo ter andado a cometer os crimes hediondos errados para que tenha sido esta ideia que tenha passado.
Só por causa disto decidi começar a espancar três crianças todos os dias ainda antes do almoço, até que estes tolãs me venham dizer que eu não tenho piadinha nenhuma. Mesmo que o façam, isso não vai atenuar a dose de bordoada que os espera, mas pelo menos as suas famílias poderão continuar a dar uso pleno às suas funções motoras.
Se estás a ler isto e és das Produções Fictícias, és feio. Mata-te.
Se estás a ler isto e não achas piada a esta mensagem, sorte a tua.




